março 8, 2017

Adrianna & Diane

Eu nunca tinha um problema com português, pois nós nascemos no Brasil. É a língua nativa do Brasil, então para nós duas é natural. Conhecemos a Bolívia. É legal, né? A gente vai lá de vez em quando, e dado que moramos em São Paulo não atrapalha nossos estudos. Visitamos nossa família em La Paz… Meu avô, minha avó, e meus primos. Acho que é melhor no Brasil, porque a Bolívia é mais fria e às vezes é difícil interagir com as pessoas de lá. É muito mais frio lá; está nevando agora!

Esse tecido é bem grosso, foi feito na Bolívia. Celebramos o aniversário da Bolívia no mês de agosto aqui na Praça Kantuta, com vários tipos de dança. E cada uma tem uma roupa diferente; esses aqui foram feitos de lã e vem com os vários acessórios. Esses aqui foram feitos de animal, mas não lembro qual. Eles usam a pele de animal. O chapéu também é de couro. Começamos a dançar no grupo para a fraternidade, o Wyna Lisos. Pelo que me falaram “Wyna” são jovens, e “Lisos” são travessos. Então, a gente é grupo de jovens travessos. Três ou quatro meses antes da apresentação a gente se junta nos finais de semana, ensaia e aprende novos passos. É bem legal. 2016 foi o primeiro ano no grupo para Adrianna e eu, e nossa primeira apresentação foi 6 de agosto na festa de Urkupiña.

Eu quero fazer duas carreiras – estudar psicologia e medicina veterinária. Eu sempre tinha interesse de estudar psicologia para mim mesma. Sabe para entender, me acalmar em um momento difícil. E veterinária porque eu sempre gostei dos animais.

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